INTZ Shini talks about Worlds 2020 and Chinese solo queue: "You take a misstep and you're dead. "

 

The 2020 League of Legends World Championship has officially kicked off today. The Play-In stage had surprising matches, including the opener between MAD Lions and INTZ. After the day concluded for the CBLoL champions, INTZ’s jungler Diogo "Shini" Rogê shared his thoughts on the Chinese solo queue, the first two games at Worlds, and the progression of LoL Esports in Brazil.

 




INTZ finished seventh in the first Split of 2020 of CBLoL, turning the tables and being crowned champions of the second. What were the biggest differences in the team that helped you achieve the title?

 

In the first Split, where we finished seventh and almost fell to the second division, we didn't have a fixed line-up. Right from the beginning, we changed players and it ended up hurting us because it didn't help us to develop synergy in the team. We always changed parts, training with three main players, but the rest were in rotation, and that ended up being a shot in the foot.

In the second Split, we chose the main line-up, where we would play with five players, and in case of needing to replace, we would change someone. We knew that these five players had a lot of potentials and that they had achieved good results before. That was the biggest change, to have consistency in the game.

 

The level of teams that INTZ will encounter at Worlds is significantly higher than the ones from CBLoL. What does INTZ need to do in order to achieve the first W?



Indeed, the level of the teams here at Worlds is very high. We are playing against the best teams in their leagues. Today what was missing from us was to keep the reins of our own game plan and we ended up sort of distorting, running after the two teams we faced today (Mad Lions and Team Liquid).

 

What we had planned to do, we forgot to implement, and we ended up making different plays. I think this ended up getting in the way. We ended up not creating any moves, we didn't engage. Today we had a hard time gaining vision and achieving the goals. Now we have to keep our heads on the game plan, focus on our scouting, which is one of our very strong attributes.

 

I want to know what your experience with Solo Queue in China is being like: What have you taken away from it so far?

 

Chinese queue solo is completely different, with aggressive play all the time. Right at the beginning of the game, if the junglers are in level 3, and they face each other, the entire team will come out to help. The players are very quarrelsome, when someone dies, they leave base thinking about what other moves they can get, nobody stays still for a long time. It is a very fast game, it seems that people have more understanding of how to deal with the damage, where to go on the map. In several situations, like when I was playing Volibear full tank, out of nowhere a Tristana and a Lulu appeared. They just jumped in the middle of two towers… [laughs]

 

The mechanical level is much higher here. Solo Queue is much more played with your hands rather than your head, with less thoughtful moves, but with a very high mechanical level. You take a misstep and you're dead. The biggest lesson is definitely to improve mechanically, because the solo queue players around here, being Worlds players or just high-elo, are all really really good.

 

What about scrims? Which team did you face that looked the most difficult?

We faced several teams, including some from our own group. We basically didn't know which group we were going to be in, so our scrims were scored against a variety. We ended up playing against Supermassive, Legacy, Team Liquid, still from Brazil, and against MAD Lions here.

 

All teams are very good and very different from each other, it is difficult to choose one in a much higher level than the others. Basically, the level is very even, very similar. At MAD, I saw that Shad0w has some interesting picks, he really likes jungle carry, so the meta works very well for him.

 


Let's talk about the journey to China... You left the chaos of Brazil in the middle of a pandemic, and then you went to the epicenter of all of this. Riot seems to have a crazy infrastructure to make all this happen...


The trip itself was over 30 hours, so it was very tiring. The 14-day quarantine helped us fix the jetlag and stuff. About COVID-19, people think “damn they are going to China, where it all started”, but here things are taken much more seriously than in Brazil.

 

All precautions, from the time we left Brazil to China, were taken, believe it or not. Here it seems to me to be much safer than in Brazil, we were treated very well and none of the players got infected.

 

You've been in the LoL scene for a long time. I imagine you saw the most rudimentary championship in a state school with a mousepad prize (I was there) ... to the most sophisticated setup to play League of Legends ... What do you think of the evolution of LoL Esports?

 

During the first season, Worlds was basically happening in a garage. It was no different in Brazil. We started with “Go for LoL”, playing for R$ 500, (USD 100), or playing tournaments at home in exchange for Riot Points. It’s been a gigantic evolution and I saw a lot of things from the beginning, despite not being a professional player there in season 1. I followed the scene since we were still in the woods. LoL happened to be the biggest MOBA and it exploded, and I'm really happy.

 

There are some games in which companies do not value and end up leaving everything a bit left, but Riot cares a lot and values ​​the game a lot. This growth is natural and I think it will continue to grow much more.


And do you think it was worth investing in LoL?

 

I put all my eggs in the League of Legends basket and it paid off.





PT-BR Translation

 

Image Source: Inven Global

 

O Campeonato Mundial de League of Legends de iniciou oficialmente hoje, com a etapa Play-In. Entre lutas surpreendentes, incluindo a abertura entre MAD Lions e INTZ. Após o dia encerrado para os campeões do CBLoL, o jungler do INTZ Diogo "Shini" Rogê compartilhou suas idéias sobre a fila solo da China, os dois primeiros jogos no Mundial e a progressão do LoL Esports no Brasil.



A INTZ terminou em sétimo lugar no primeiro Split de 2020, virando o jogo e sendo coroados campeões do segundo. Quais foram as maiores diferenças no time que te ajudaram a alcançar o título?

No primeiro Split, onde terminamos em sétimo e quase caímos pro circuito, a gente não tinha uma line-up fixa. Logo do começo nós fomos trocando jogadores e isso acabou nos prejudicando, porque não nos ajudava a desenvolver a sinergia no time. A gente sempre trocava peças, treinando com três principais jogadores, mas o resto ficava em rotação, e isso acabou sendo um tiro no pé. 

 

No segundo Split, a gente escolheu uma line-up principal, onde a gente jogaria com cinco jogadores, e no caso de precisar substituir, a gente trocaria alguém. Nós sabíamos que esses cinco jogadores tinham muito potencial e que já tinham atingido resultados bons antes. Essa foi a maior mudança, a consistência maior no jogo.

 

O nível dos times que a INTZ vai encontrar no Worlds são significativamente mais altos do que o CBLoL. O que a INTZ precisa para conquistar o primeiro W?

 

Realmente, o nível dos times aqui no mundial é bem alto. A gente está jogando contra os melhores times de suas ligas. Hoje o que faltou foi manter as rédeas do nosso próprio plano de jogo e a gente acabou meio que desvirtuando, correndo atrás dos dois times que a gente enfrentou hoje (Mad Lions e Team Liquid). 

 

O que a gente tinha planejado executar, a gente esqueceu de implementar e acabamos por fazer jogadas diferentes. Eu acho que isso acabou nos atrapalhando bastante. Nós acabamos que não criamos nenhuma jogada, não demos engage. Hoje nós tivemos dificuldade de ganhar visão e atingir os objetivos. Agora nós temos que manter nossas cabeças no plano de jogo, focar no nosso scouting, que é bem forte.

 

Eu quero saber como está sendo sua experiência com a Solo Queue Chinesa: O que você aprendeu de novo?

A solo queue Chinesa é completamente diferente, com jogadas agressivas o tempo inteiro. Logo no início do jogo, se os junglers se encontram em lvl 3, vai todo mundo pra cima, vão ter cinco, não só um pra ajudar. O pessoal é muito briguento, quando um cara morre ele já sai da base pensando em outras jogadas, ninguém fica parado por muito tempo. É um jogo muito rápido, parece que o pessoal tem mais entendimento de como lidar com dano, de onde ir no mapa. Em várias situações eu estou lá, de Volibear full tank, e do nada aparece um Tristana e uma Lulu. Os caras só pulam no meio de duas torres… 

 

O nível mecânico e muito mais alto por aqui.A Solo Queue e muito mais jogada no dedo, com jogadas menos pensadas, mas com nível mecânico bem elevado. Você dá um passo em falso e você tá morto. A maior tirada e melhorar mecanicamente, porque os caras da solo queue por aqui, sendo jogadores do Worlds ou só high elo são todos realmente muito bons.

 



E sobre as scrims? Qual time que vocês enfrentaram que parecia o mais brabo?

A gente enfrentou varios times, inclusive alguns do nosso próprio grupo. A gente não sabia basicamente em que grupo a gente ia estar, então nossa scrims foram marcadas contra uma variedade. A gente acabou jogando contra a Supermassive, a Legacy, a Team Liquid, ainda lá do Brasil, e com a MAD Lions por aqui.

 

Todos os times são muito bons e muito diferentes uns dos outros, difícil escolher um muito mais absurdo do que os outros. Basicamente o nível é bem parelho, bem semelhante. Na MAD, eu vi que o Shad0w tem uns picks interessantes, ele gosta bastante de jungle carry, então a meta cai muito bem pra ele.

Vamos falar da jornada até a China… Voces sairam do caos do Brasil em plena pandemia, e aí vocês foram pro epicentro de tudo isso. A Riot parece ter uma infraestrutura absurda pra fazer tudo isso acontecer…

 

A viagem em si foi mais de 30 horas, então foi muito cansativo. A quarentena de 14 dias nos ajudou a arrumar o jetlag e essas coisas. Sobre a questão do COVID-19, o pessoal pensa “caraca eles vão pra China, onde tudo começou”, mas aqui as coisas são levadas muito mais a sério do que no Brasil.

 

Todas precauções, desde que a gente saiu do Brasil até chegar na China, foram tomadas, acreditem se quiser. Aqui me aparenta ser muito mais seguro do que no Brasil, nós fomos tratados super bem e nenhum dos jogadores se infectou.

 

Você tá no cenário de LoL faz muito tempo. Imagino que tenha visto do mais rudimentar campeonato em escola estadual com prêmio de mousepad (eu tava lá)...ao mais sofisticado setup pra jogar League of Legends… O que você acha da evolução do LoL Esports?

Desde que tivemos a primeira season, o Worlds era basicamente numa garagem. No Brasil não era diferente. A gente começou com o “Go for LoL”, jogando por R$500, (USD 100), ou jogando torneios em casa em troca de Riot Points. E uma evolução gigantesca e eu vi bastante coisa desde o começo, apesar de não ser jogador profissional lá na season 1, eu acompanhava desde que era mato. LoL calhou de ser o maior MOBA e explodiu, e eu fico muito contente.

 

Tem alguns jogos em que as empresas não dão valor e acabam deixando tudo meio largado, mas a Riot se importa bastante e dá bastante valor ao jogo. Esse crescimento é natural e eu acho que vai continuar crescendo muito mais.

 

E você acha que valeu investir no LoL?

 

Eu coloquei todos meus ovos na cesta do League of Legends e deu tudo certo.

 


 

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